quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Deuses da antiga Grécia

POSÊIDON
O irmão mais velho de Zeus e Hades é o deus do mar. Com um movimento de seu tridente, causa tempestades e terremotos - e sua fúria é famosa entre os deuses!
 
ZEUS
O filho mais novo de Cronos e Réia é o líder dos deuses que vivem no monte Olimpo. Ele impõe a justiça e a ordem lançando relâmpagos construídos pelos ciclopes. Zeus teve diversas esposas e casos com deusas, ninfas e humanas
AFRODITE
O nome da deusa do amor significa "nascida da espuma", porque diziam que ela havia surgido do mar. Afrodite é a mais bela das deusas. Apesar de ser esposa de Hefesto, teve vários casos - com deuses como Ares e Hermes e também com mortais
                                                                                                     Maria João de Castro Costa, n.º14, 5b.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Biografia- Maria Alberta Menéres

  
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 Algumas das suas obras são:


                     
               (1977)                                        (1977)

















         (1973)          


Também escreveu poesia, como:

                                
        (1969)                                                            (1968)






segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Daniel Defoe

                                                       Daniel Defoe
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  Nasceu no ano de 1660 em Londres, local onde morreu em 1731 com 71 anos.
Devido à profissão que tomou na juventude, Defoe viajava muito pela Europa.
Escreveu várias obras, principalmente já em idade avançada, das quais se destacam: O capitão Singleton, O coronel Jack, Roxana e Robinson Crusoé (1719), que se tornou o seu título mais famoso. Apesar das vastas obras escritas, Daniel Defoe morreu na miséria.

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DANIEL DEFOE


                              DANIEL DEFOE

Obras de Daniel Defoe[editar | editar código-fonte]

Algumas das suas obras:
 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

CONTO


   


   


                                   A PRINCESA E O TROLE 



     Num ano de 1357, havia uma linda princesa, que vivia num castelo no alto de uma montanha.
     Apesar de toda a gente gostar dela e a elogiar, a rapariga vivia triste porque ninguém lhe contava o que tinha acontecido á sua mãe porque achavam que ela ia tentar procura a mãe e acabar como a rainha. Pois a sua mãe tinha sido raptada pelo uma temível bruxa pouco depois de ter a princesa.
    Depois de uma grande discossão com o seu pai a princesa foi na sua carroagem procurar a sua mãe.
    Procurou, procurou. procurou até que no pé de uma montanha onde encontrou um simpático trole, que
contou á princesa que tinha sido escravizado por essa mesma bruxa. Como o trole queria se vingar da bruxa conduziu a princesa até á mansão da bruxa.
   Quando lá chegaram pensaram que seria difícil entrar mas logo uma elegante donzela abriu os altos portões e disse:
   -Deves ser a minha filha, és igualzinha a mim, fico feliz por finalmente alguém me veio procurar mas agora vou ficar aqui pois matei a bruxa e agora vou tornar esta horrível mansão num lindo palácio.
   -Então posso trazer as minhas coisas para aqui?
   -Claro!!. afirmou a (rainha)
   Quando entraram o o trole percebeu logo que não era a rainha mas sim a bruxa pois ela era quase imortal! Mas a pobre criatura não conseguia avisar a princesa pois ela estava tão contente por finalmente ter encontrado a sua mãe que não deu ouvidos a mais ninguém.
    Apos horas a fio a conversar a bruxa revelou-se e prendeu a princesa sobre o seu caldeirão mágico pois tensionava transformala num sapo. Mas antes que isso acontecesse o trole pegou num pó magico que encontrou na estrada e lançou-o á bruxa que se evaporou.
    Assim a princesa pode salvar a sua mãe que estava presa nessa mesma sala e voltar para o castelo com o trole e a sua mãe.

                                                                                                               

                                                           FIM!!

Inês Cardoso, nº6, 6ºB

Conto

                                                                   A viagem para o planeta Terra

    Era uma vez, num brilhante dia de outono, um rapazinho que vivia num planeta distantecom a sua família. Durante o passeio matinal encontrou o seu amigo fantasma.
    Como a sua família era grande decidiu partir numa viagem de nave espacial, com o seu amigo, em procura de um tesouro num planeta chamado Terra. Quando chegaram ao planeta viram coisas esquisitas, assustados voltaram para a nave e lá permaneceram durante a noite. Quando acordaram tiveram um problema, viram um exército de soldados. O fantasma sem medo passou pelos soldados, sem darem pelo sucedido, ficaram apavorados com o aparecimento do fantasma no meio deles e todos fugiram. Posteriormente encontraram um x e escavaram, passado meia hora encontraram o tesouro.
     Com o tesouro na nave foram para o seu planeta e dividiram a meio para entregar à família, mas perceberam que o verdadeiro tesouro foi a viagem. Por fim o rapazinho e o fantasma viveram felizes para sempre.

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Diogo Pereira Martins, 6ºB, Nº3

Conto

 À muitos muitos anos, numa verdejante planície estava uma velha muito pobre com o seu gado a pastar.
 Já tarde quando a velha ia voltar para casa ouviu um estranho ruído, esse ruído que era uma nave.
 A velha que nunca tinha acreditado na vida para além da terra nem em nada parecido ficou muito assustada, mas aproximou-se à mesma. Ao ver que era um extraterrestre coisa que nesse tempo não era muito estudada não ficou muito pasmada, pois na verdade a única coisa que o fazia diferente dos humanos era os seus três olhos, e decidiu levar-lo para casa.
 De manhã o extraterrestre disse que tinha que ir rapidamente para o Egipto assinar um contrato onde daria as amizades entre as duas espécies, mas neste caso era diferente, os Egípcios descobriram que os extraterrestres realmente existiam e eles temiam ser levados para laboratórios e que os humanos fizessem coisas horríveis com eles. Mas não podia partir porque a sua nave se tinha despenhado naquela planície. A velha era pobre por isso não podia pagar o arranjo da nave, mas pediu ao seu marido que era mecânico se a podia arranjar.
 No dia seguinte, com a nave já pronta o extraterrestre e a velha foram para o Egipto. Quando lá chegaram para ninguém os reconhecer disfarçaram-se de egípcios e continuaram o seu percurso num camelo.
 Quando já quase se encontravam no castelo tiveram de passar uma gruta escura uma gruta escura, muita gente temia dessa gruta. No fim da gruta a porta fechou-se e as tochas acenderam-se e apareceu do nada uma múmia que falava. Eles assustados resolveram ignorar a múmia, essa querendo sempre se meter na conversa. A múmia de tão ignorada enlouqueceu e evaporou-se, e ao mesmo tempo a porta abriu-se.
 No castelo já com a caneta na mão o extraterrestre assinou o contrato.
 Ele gostou tanto do seu camelo e da velha que ficou com eles na planície , e todos os dias ajudava a velha com as tarefas diárias, mas não se preocupam com os outros extraterrestres esses já sabem que estão a salvo, pois ninguém até agora provou que eles existem.

                                                                                                 Maria João de Castro Costa, N.º15, 6.ºB.