quinta-feira, 30 de abril de 2015

Trabalho

                                           Balada do Desajeitado
     
   
         Eu não sei o que é que te hei de dar
Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então, olha, só te quero a ti

Sei de alguém, por demais envergonhado
Que por ser desajeitado, nunca foi capaz de falar
Só que hoje vê o tempo que perdeu
Sabes que esse alguém sou eu e agora vou te contar
Sabes lá o que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais, tu não me tens ligado
E aqui estou eu a ver o tempo passar
A ver se chega o tempo, o tempo de te falar
Eu não sei o que é que te hei de dar
Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então, olha, só te quero a ti
Podes crer, que à noite o sono é ligeiro
Fico à espera o dia inteiro para poder desabafar
Mas como sempre chega a hora da verdade
E falta-me à vontade, acabo por me calar
Falta-me o jeito, ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais e às vezes até me engasgo
Nada a fazer, e é por isso que eu te conto
Que é tarde para não dizer
Digo como sei e pronto
Eu não sei o que é que te hei de dar
Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então, olha, só te quero a ti
Eu não sei o que é que te hei de dar
Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então, olha, só te quero a ti
                                                                 

TRABALHO DE GRUPO

                                         


                                     Os maridos das outras              




 
      Toda a gente sabe que os homens são brutos
      Que deixam camas por fazer
       E coisas por dizer.

   
      São muito pouco astutos, muito pouco astutos.
      Toda a gente sabe que os homens são brutos.


      Toda a gente sabe que os homens são feios
      Deixam conversas por acabar
      E roupa por apanhar.


      E vêm com rodeios, vêm com rodeios.
      Toda  a gente sabe que os homens são feios.


      Mas os maridos das outras não
      Porque os maridos das outras são
      O arquétipo da perfeição
      O pináculo da criação.


     Dóceis criaturas, de outra espécie qualquer
     Que servem para fazer felizes as amigas da mulher
     E tudo que os homens não...
     Tudo que os homens não...
     Tudo que os homens não...


    Os maridos das outras são
    Os maridos das outras são


   Toda a gente sabe que os homens são lixo
   Gostam de músicas que ninguém gosta
   Nunca deixam a mesa posta.


   Abaixo de bicho, abaixo de bicho.
   Toda  a gente sabe que os homens são lixo.


   Toda a gente sabe que os homens são animais
   Que cheiram muito a vinho
   E nunca sabem o caminho.


   Na na na na na na, na na na na na.
   Toda a gente sabes que os homens são animais.


   Mas os maridos das outras não
   Porque os maridos das outras são
   O arquétipo da perfeição
   O pináculo da criação.


   Amáveis criaturas, de outra espécie qualquer
   Que servem para fazer felizes as amigas da mulher.
   E tudo o que os homens não...
   Tudo o que os homens não...
   Tudo o que os homens não...


  Os maridos das outras são
  Os maridos das outras são
  Os maridos das outras são.    
                                                       Maria Costa, Carolina Miranda, Inês Cardoso, Trinity Sierra, 5B.

domingo, 26 de abril de 2015

O LIMPA-PALAVRAS

                                                     O limpa-palavras

  A palavra chave abre o nosso coração
  A palavra borboleta pousa nas flores
  A palavra carro leva-me a viajar
  A palavra fome alimenta-me
  E a palavra noite faz-me sonhar.

  A palavra canguru salta sem parar
  A palavra dor magoa-me
  A palavra estrela não para de brilhar
  A palavra saudade afeta-me
  E a palavra rir alegra-me sempre que eu precisar.



   Carolina Miranda,  Nº 1, 5ºB
  

Limpa-Palavras

A palavra sol queima como uma chama
A palavra vento leva-nos a destinos incertos
A palavra fogo aquece-nos
em dias frios de inverno
A palavra lua leva-nos a viajar no tempo.


A palavra doce é o que queremos
ouvir nos dias mais cinzentos e tristes
A palavra mãe é a que
quero chamar todos os dias
A palavra fim  significa o inicio de uma aventura.


Duarte,nº4,5B

Escrita



 A palavra vento refresca-me.
 A palavra família educa.
 A palavra escola ensina.
 A palavra texto espreme sentimentos.
 A palavra dor ninguém procura.


 A palavra abraço aquece.
 A palavra lápis escreve.
 A palavra sorriso mostra a felicidade.
 A palavra amigas me apoia.
 A palavra agrafador nos prende.


                                                     Maria João de Castro Costa, n.º 14, 5b.

Limpa-palavras

                  limpa-palavras

A palavra sol queima como uma chama.
A palavra agenda orienta-me.
A palavra cobertor aquece-me.
Dos dias invernosos.
A palavra livro dá-me conhecimentos.

A palavra brincar diverte-me.
A palavra lua é feita de beleza.
Hei-de dar-lhe a realeza.
A palavra lapis desenha os meus dias.
pinta os cor com muita alegria.

Joana matos, nº 7, 5B 

O Limpa-palavras

                                         O limpa-palavras



A palavra sol queima como uma chama
A palavra lápis escreve poemas de amor
A palavra poéta cria imaginação de um papel
E faz alegria para as crianças 
A palavra desporto joga futebol 

A palavra carinho cuida de mim com amor
A palavra destruição destrói a alegria
A palavra amor é o que todos querem
A palavra malvado vem de mal que ninguém quer
Isto são as palavras da vida

Trinity Andrzejewski,  5b, n.20