quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A RAPOSA E A CEGONHA

A  RAPOSA E A CEGONHA 
Um dia a raposa foi visitar a cegonha e convidou-a para jantar.- Vem, anda comer.
Na noite seguinte, a cegonha chegou a casa da raposa.
- Que bem que cheira! – disse a cegonha ao ver a raposa a fazer o jantar.- Vem, anda comer. – disse a raposa, olhando o comprido bico da cegonha e rindo-se para si mesma.
A raposa, que tinha feito uma saborosa sopa, serviu-a em dois pratos rasos e começou a lamber a sua. Mas a cegonha não conseguiu comer: o bico era demasiado comprido e estreito e o prato demasiado plano. Era, porém, demasiado educada para se queixar e voltou para casa cheiinha de fome.
Claro que a raposa achou montes de piada à situação!
A cegonha pensou, voltou a pensar e achou que a raposa merecia uma lição. E convidou-a também para jantar. Fez uma apetitosa e bem cheirosa sopa, tal como a raposa tinha feito. Porém, desta vez serviu-a em jarros muito altos e estreitos, totalmente apropriados para enfiar o seu bico.
- Vem comer, amiga Raposa.
- Anda, vem comer amiga Raposa, a sopa está simplesmente deliciosa. - espicaçou a cegonha, fazendo o ar mais cândido deste mundo.
E foi a vez de a raposa não conseguir comer nada: os jarros eram demasiado altos e muito estreitos. 
- Muito obrigado, amiga Cegonha, mas não tenho fome nenhuma. - respondeu a raposa com um ar muito pesaroso. E voltou para casa de mau humor, porque a cegonha lhe tinha retribuído a partida.
 
MORAL – Nunca faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.

O LOBINHO SABICHÃO 
Por La Fontaine
                   Um lobo e uma raposa tinham nascido ao mesmo tempo e crescido juntos na floresta. Lá, na cova onde vieram ao mundo, também estudaram juntos as primeiras lições de vida. 
                   Crescidinhos, os dois estudantes quiseram conhecer o mundo. 
                   Caladinhos, às escondidas, sem que os pais nada percebessem, fugiram da toca, correram uma grande distância, afundaram-se na florsta e depois começaram a perambular de mata em mata. 
                   No meio de um campo onde tinham chegado, e que lhes pareceu infinitamente extenso, estava um belo cavalo alto e gordo pastando sossegadamente, sem dar a mínima importância aos dois viajantes. 
Nádia Gonçalves n 16

O lobo e Cordeiro

Fábula: O Lobo e o Cordeiro

Um cordeiro estava bebendo água num riacho. O terreno era inclinado e por isso havia uma correnteza forte. Quando ele levantou a cabeça, avistou um lobo, também bebendo da água.

- Como é que você tem a coragem de sujar a água que eu bebo - disse o lobo, que estava alguns dias sem comer e procurava algum animal apetitoso para matar a fome.

- Senhor - respondeu o cordeiro - não precisa ficar com raiva porque eu não estou sujando nada. Bebo aqui, uns vinte passos mais abaixo, é impossível acontecer o que o senhor está falando.

- Você agita a água - continuou o lobo ameaçador - e sei que você andou falando mal de mim no ano passado.

- Não pode - respondeu o cordeiro - no ano passado eu ainda não tinha nascido.O lobo pensou um pouco e disse:

- se não foi você foi seu irmão, o que dá no mesmo.

- Eu não tenho irmão - disse o cordeiro - sou filho único.

- Alguém que você conhece, algum outro cordeiro, um pastor ou um dos cães que cuidam do rebanho, e é preciso que eu me vingue. Então ali, dentro do riacho, no fundo da floresta, o lobo saltou sobre o cordeiro,a garrou-o com os dentes e o levou para comer num lugar mais sossegado.

MORAL: A razão do mais forte é sempre a melhor
Jean de La FontaineDébora Sá 5B n2
O Rei dos Macacos e Dois Homens
Tendo perdido o caminho, dois companheiros que caminhavam, depois de terem andado muito, chegaram à terra dos Macacos. Foram, então, levados ante o rei, que vendo-os disse: - Em vossa terra, e dos lugares de onde vindes, o que dizem de mim e de meu reino? Um dos homens respondeu: - Dizem que sois um rei grandioso, de gente sábia e culta. O outro, que gostava da verdade, respondeu: - Toda vossa gente são macacos, portanto irracionais e, sendo assim, vós que sois o rei também é um macaco. Ouvindo isso, o rei mandou que o matassem e, ao primeiro, ordenou que o tratassem muito bem.
Duarte 5 B Nº 4
O Galo e a Pérola
Um galo, que ciscava no terreiro para encontrar alimento, fossem migalhas, ou bichinhos para comer, acabou encontrando uma pérola preciosa. Após observar sua beleza por um instante, disse: - Ó linda e preciosa pedra, que reluz seja com o sol, seja com a lua, ainda que esteja num lugar sujo, se te encontrasse um humano, fosse ele um construtor de jóias, uma dama que gostasse de enfeites, ou mesmo um mercenário, te recolherias com muita alegria, mas a mim de nada prestas pois que é mais importante uma migalha, um verme, ou um grão que sirvam para o sustento. Dito isto, a deixou e seguiu esgravatando para buscar conveniente mantimento.
leonardo 5 B Nº 12

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A Gansa que Punha Ovos de Ouro



Um homem possuía uma gansa que, toda manhã, punha um ovo de ouro. Vendendo estes ovos preciosos, ele estava acumulando uma grande fortuna. Quanto mais rico ficava, porém, mais avarento se tornava. Começou a achar que um ovo só, por dia, era pouco.
"Porque não põe dois ovos, quatro ou cinco?" pensava ele. "Provavelmente, se eu abrir a barriga desta ave, encontrarei uma centena de ovos e viverei como um nababo". Assim pensando, matou a gansa abriu-lhe a barriga e, naturalmente, nada encontrou.

Moral da história:
Quem tudo quer, tudo perde.



                                                                                                    Lara Enes, 5ºB, nº 11

FÁBULA A LEBRE E A TARTARUGA

                                                               A Lebre e a Tartaruga

   Numa manhã de sol,andava uma Tartaruga a passear quando ouviu uma voz.Virou-se e viu uma Lebre que dizia:
   -Vejam só.A Dona Tartaruga é tão lenta,que quando chega a um aniversário já as velas estão apagadas e o bolo comido!Ah,ah,ah!
   A Tartaruga não conseguiu conter-se e respondeu:
   -Não sou assim tão lenta,e vou provar-to.Hoje,ao início da tarde vamos fazer uma corrida!
   A Lebre convencida que ia ganhar disse:
   -Está bem.A corrida começa ao pé da macieira,corremos até ao lago,contornamos os arbustos e voltamos ao ponto de partida.
   E assim foi.Começou a corrida e a Tartaruga ia dando um passinho de cada vez,já a Lebre era rápida e estava muito á  frente da adversária e por isso decidiu dar-lhe um pouco de avanço.
   Parou junto ao lago e deitou-se para dormir uma cesta.  O tempo ia passando e a Tartaruga ultrapassara finalmente a Lebre.Quando ela acordou viu a sua amiga na meta.
   Desiludida e com vergonha a Lebre foi-se embora e a Tartaruga festejou feliz.

   MORAL: Devagar se vai ao longe.
                                                                                                                        Carolina Miranda nº 1, 5 B