Um labrador bem em idade teve vários filhos que eram muito jovens, estas crianças se dava muito errado entre eles, não compartilhar nada, eram egoístas e não seguir o conselho de seu velho pai. Mas um dia o velho pai reuniu todos os seus filhos para uma última dica antes de morrer.
Para isso, o velho fez trazer algumas varas e juntando-los todos juntos fizeram um monte, e peço a seus filhos, qual deles foi capaz de quebrá-las. Um após o outro, as crianças desfilaram de idade, para tentar quebrar o feixe de varas, mas nenhum deles conseguiu fazer.Para de idade, fez trazer algumas varas e juntando-los todos juntos fizeram um monte, e eu pedir a seus filhos qual deles foi capaz de quebrá-las. Um após o outro, as crianças desfilaram de idade, para tentar quebrar o feixe de varas, mas nenhum deles conseguiu fazê-lo.
Então o pai desatou o feixe de varas e tendo uma ensinado a eles que era fácil de quebrar isso. Com isso, o pai disse: eu quero mostrar meus filhos que, se todos estão unidos, ninguém vai prejudicá-lo, mas se eles estão divididos e todos aqueles sentimentos negativos com o outro, como você está agora, ninguém pode prejudicá-los.
Moral da história:
Esta fábula de Esopo nos lembra de uma frase bem conhecida: A união faz a força. Desde a união de pessoas fracas fortes retornos e divisão faz fraca a forte.
Leticia Sousa Matos nº13 5ºB
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
A LEITEIRA E O BALDE
A leiteira e o balde
Uma leiteira ia a caminho do mercado. Na cabeça, levava um grande balde de leite. Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite:
– Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias. Venderei os ovos a bom preço. Com o dinheiro dos ovos, comprarei uma saia e um chapéu novos. De que cor?
Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes me admirarão, me acompanharão, me dirão galanteios, e eu sacudirei a cabeça … assim! . . .
E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se. A leiteira voltou com o balde vazio.
– Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias. Venderei os ovos a bom preço. Com o dinheiro dos ovos, comprarei uma saia e um chapéu novos. De que cor?
Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes me admirarão, me acompanharão, me dirão galanteios, e eu sacudirei a cabeça … assim! . . .
E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se. A leiteira voltou com o balde vazio.
Não se deve contar hoje com o lucros de amanhã!
Inês Cardoso Matos nº 6 5b
Os Bajuladores não são confiáveis
Um zeloso empregado de uma cocheira, costumava passar horas, e as vezes dias inteiros, limpando e escovando o pelo de um cavalo que estava sob seus cuidados.
Agindo assim, passava para todos a impressão de que era gentil para com o animal, que se preocupava com o seu bem estar.
Entretanto, ao mesmo tempo que o acariciava diante de todos, sem que ninguém suspeitasse, roubava a maior parte dos grãos de aveia destinados à alimentar o pobre animal, e os vendia às escondidas para obter lucro.
Diogo Pereira Martins, 5ºB, Nº 3
O Rato do Campo e o Rato da Cidade
O Rato do campo e o Rato da cidade
Um Rato que morava na Cidade, calhando ir ao campo, foi
convidado para jantar por outro Rato que lá morava. Este
levou-o à sua toca e preparou a refeição com coisas
campo, como ervas e raízes. Disse o Rato da Cidade ao outro:
— Compadre, tenho pena de ti e da pobreza em que vives.
Vem comigo morar na cidade e verás a riqueza e a fartura
de que gozas.
O Rato do Campo aceitou o convite e lá foram ambos para
uma casa grande e rica. Entrando na despensa, estavam a
comer boas e abundantes comidas quando de súbito entra o
despenseiro e dois gatos atrás dele.
Assustados, os Ratos correram cada um para seu lado. O de
casa achou logo o seu buraco, e o de fora trepou pela parede,
dizendo:
— Fica-te com a tua fartura, que eu antes quero comer raízes
no campo, onde não há gato nem ratoeira e se vive sem
sobressaltos.
E assim diz o adágio: Mais vale magro no mato, que gordo na
boca do gato.
O CAVALO E O BURRO
O CAVALO E O BURRO
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett
Um cavalo e um burro iam caminhando por uma estrada, seguindo seu dono. O cavalo não levava nenhuma carga, mas a do burro era tão pesada que ele mal podia andar, e por isso pediu ao seu companheiro que o ajudasse a levar uma parte dela.
Mas o cavalo, que era egoísta e de mau comportamento, negou-se a prestar ajuda ao pobre burro; Não demorou muito e este, de tanto esforço, caiu quase morto no caminho.
O dono até que tentou aliviar a carga, mas ele já não tinha forças nem para andar.
Então o dono dos animais resolveu que o cavalo deveria continuar o caminho com aquela carga.
Assim, o cavalo que não quis ajudar o burro, teve de levar sozinho todo aquele peso até o final.
.
Moral da história: Muitas vezes temos de pagar caro pelo nosso egoísmo.
Nicéas Romeo Zanchett
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joana matos,n 7,5B
domingo, 4 de janeiro de 2015
A Noite De Natal
Joana ficou calada a cismar no meio da cozinha,ficou triste só de pensar em todos os meninos que não têm presentes nem o que comer.
Entretanto Joana foi ao seu quarto e procurou alguns brinquedos dela e do seu irmão que já não usavam e colocou-os numa caixa,juntamente com alguma comida,e resolveu levar a casa do amigo Manuel.
Vestiu o casaco,as luvas,o cachecol e o gorro e lá foi ela,chegou á porta de casa do Manuel,bateu á porta e pousou a caixa no chão e escondeu-se porque não queria que o Manuel fica-se envergonhado.
Joana emocionou-se ao ver a cara de felicidade de Manuel e da família e mais alegre regressou a casa.
Já em casa com toda a família,e o jantar pronto sentaram-se á mesa para comer,Joana olhou á sua volta e ficou a olhar toda a gente feliz com muita comida,com presentes e desejou que todas as crianças no mundo tivessem um sitio quentinho para se abrigar,muita comida e prendinhas.
Para todos um feliz natal.
Leticia Sousa Matos
nº13
5ºB
Entretanto Joana foi ao seu quarto e procurou alguns brinquedos dela e do seu irmão que já não usavam e colocou-os numa caixa,juntamente com alguma comida,e resolveu levar a casa do amigo Manuel.
Vestiu o casaco,as luvas,o cachecol e o gorro e lá foi ela,chegou á porta de casa do Manuel,bateu á porta e pousou a caixa no chão e escondeu-se porque não queria que o Manuel fica-se envergonhado.
Joana emocionou-se ao ver a cara de felicidade de Manuel e da família e mais alegre regressou a casa.
Já em casa com toda a família,e o jantar pronto sentaram-se á mesa para comer,Joana olhou á sua volta e ficou a olhar toda a gente feliz com muita comida,com presentes e desejou que todas as crianças no mundo tivessem um sitio quentinho para se abrigar,muita comida e prendinhas.
Para todos um feliz natal.
Leticia Sousa Matos
nº13
5ºB
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Continuação do texto «Noite de Natal»
Continuação do texto «Noite de Natal»
No dia seguinte Joana foi visitar Manuel achava que o que
Gertrudes tinha dito não fazia sentido porque é que os pobres não poderiam ter
presentes.
Quando Joana chegou teve de fazer esta pergunta a Manuel:
Quando Joana chegou teve de fazer esta pergunta a Manuel:
- Tu tens recebido algum presente no Natal?
- Sim. – Respondeu Manuel.
- E o que recebeste?
- Amor, carinho, abraços.
- Como assim?
-Nunca ouviste falar que amor ou carinho é o maior presente
do mundo?
-Não.
-Então ouve-me com atenção.
Então Manuel explicou a Joana que isso era o essencial para
a vida por isso é que o amor e o carinho eram os melhores presentes do mundo.
Então Joana percebeu que os melhores presentes eram o amor e
o carinho.
Pedro Gil Ferreira da Silva Nº 18 5ºB
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